ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO DE AMORA
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Sinto que...

Sinto-me muito motivada!      Rosa Miranda

Estou preparado para conseguir o 9º ano.       Tomás Machado

Estou muito nervosa mas confiante, pois estou muito determinada a fazer o nono ano e assim sei que ainda aprendo mais com ajuda dos nossos formadores e colegas.      Laura Azevedo

Sinto dificuldade, mas estou motivado.   Adriano Ramos Pires

Sinto que é uma mais valia para mim porque tenho muita vontade de aprender, especialmente informática.      Helena Macedo Assunção

Sinto-me uma miúda peqena na escola.       Isabel Faria

Sinto-me motivado, mas também com algumas dificuldades, ultrapassáveis com dedicação para alcançar um futuro risonho,se Deus quiser!     Francisco Filipe

Sinto-me com muita dificuldade e desmotivado, mas com a ajuda dos formadores vou tentar e conseguir.      Vitor Manuel

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Sessão de Júri de Certificação de Nível Básico

Decorreu no dia 30 de Maio mais um júri de certificação de candidatos desempregados encaminhados pelo Centro de Emprego para o Centro Novas Oportunidades Es@+.





Os candidatos certificados foram unânimes em considerar a realização do processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências uma mais-valia pessoal e social, acreditando que o aumento das suas habilitações académicas poderá ter retorno a nível profissional.





São votos de toda a equipa deste CNO o continuar a "alimentar" e a ampliar a formação dos candidatos, desejando-lhes as maiores felicidades em todos os domínios das suas vidas.








Depoimento:


"Hoje porém, depois de me familiarizar e habituar com a situação, posso mesmo dizer que estou muito entusiasmado e estou a gostar muito, porque já começo a ver as vantagens do RVCC. Nunca tinha sonhado em aprender o que aprendi aqui durante este tempo de Formação Complementar: a começar a trabalhar com o computador, a usar a Matemática, e sobretudo toda a humildade, simplicidade e bons métodos da parte dos professores."


Ifésio Cassandra


Sobre segurança no trabalho:
"Em 1988 abriram as inscrições para um outro curso numa carpintaria e fiz a inscrição, para o qual fui chamada.
Começámos por ter aulas teóricas, primeiro sobre os cuidados a ter quando se trabalha a madeira em bruto, pois toda a madeira era trabalhada por máquinas de corte. Depois nas aulas de matemática, tínhamos que saber fazer todos os cálculos necessários, porque não se podia estragar madeira. Eu estava na área de preparação da madeira, pois ela chegava em bruto e tinha que ser toda limpa. Tínhamos que usar luvas para não magoarmos as mãos no manuseamento das placas de madeira, bem como usar óculos de protecção, mas nem sempre os usávamos, porque a fábrica não nos cedia os mesmos."

Rosa Nunes

terça-feira, 10 de maio de 2011

Nível Básico

Ilustração da capa do dossier do adulto Mário Casaca, certificado no dia 5 de Maio de 2011.
Caricatura da equipa técnico-pedagógica que o acompanhou.
Autoria Mário Casaca.


Excerto do PRA de Mário Casaca
"Fui convidado para ir à Alemanha, mais propriamente Dresden, ver a construção da nossa nova linha. (...)Era fantástico como eles se organizavam, todas as equipas (serralheiros, electricistas, mecânicos e programadores) sabiam o que fazer e como fazer, respeitando sempre as outras equipas de trabalho. A organização era fantástica, mas da higiene e segurança não gostei nada.


Foi uma excelente experiência, tanto pelos conhecimentos que adquiri, nunca tinha visto a construção de uma linha de montagem como também pelas amizades que fiz e que me deram a oportunidade de conhecer uma linda cidade que é Dresden."

terça-feira, 5 de abril de 2011

Voluntariado - Relato sobre esta palestra

A 16 de Fevereiro de 2011, assisti a uma palestra sobre uma experiência de voluntariado efectuada por uma professora da Escola Secundária de Amora. A professora Lígia falou sobre a sua experiência enquanto voluntária em várias missões, nomeadamente em TIMOR, onde teve a oportunidade de trabalhar, ao lado do Sr. Padre Victor Melícias, responsável pela missão. A professora Lígia relatou a sua experiência com alegria, deixava transparecer felicidade interior, demonstrando que, o que na realidade fez em benefício de alguém que necessitava de ajuda, foi para ela própria bastante gratificante.

Mas Timor, não foi a sua única missão em regime de voluntariado, teve outras, em que participou com intensidade e mérito próprio. Foram elas: GUINÉ BISSAU, mais propriamente em BOLAMA onde teve a oportunidade de falar directamente com o Presidente da AMI. (...) No Senegal, na África Ocidental, foi mais uma das missões da Professora Lígia, que nos relatou e com alguns pormenores, a sua ajuda como voluntária ao serviço da AMI.

Ajudar quem precisa é um acto nobre do qual acho que deve ser louvado, pois quem precisa, precisa sempre mas quem ajuda nem sempre está presente, ou simplesmente nem sempre pode ajudar. Apelo a todos que reflictam sobre esta situação e se poderem colaborem nem que seja na simples divulgação da palavra. Quem precisa, agradece.

Pedro Francisco

Palestra sobre Voluntariado

A partir da palestra sobre Voluntariado, apresentada pela professora Lígia Sequeira, o candidato em processo RVCC, Paulo Rangel, escreveu o seguinte texto:

Segundo definição das Nações Unidas, "o voluntário é o jovem ou o adulto que, devido ao seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de actividades, organizadas ou não, de bem-estar social, ou outros campos..." Isto é a definição dada pelas Nações Unidas, mas o que a Drª Lígia descreveu é muito mais do que esta simples definição. Assim sendo, consegui compreender que qualquer pessoa pode ser voluntária. Como o Pintor que a Drª Lígia referiu que contribuía lavando e varrendo. Desta forma, senti que o voluntariado é uma relação humana, rica e solidária em que mais do que se dá é o que se recebe, a gratidão, os sorrisos e o próprio povo, apercebi-me disto quando a Drª descreve as emoções sobre a sua missão de voluntariado em Timor. A Drª, por outro lado, transmitiu-me também que o voluntariado é um hábito do coração e uma virtude cívica.

No entanto, de tudo o que foi descrito, o que mais me chamou à atenção foi o projecto que está a ser desenvolvido na ESA com os jovens problemáticos: CRIA.


Achei que é um trabalho muito importante, o que está a ser feito. Poucos o fazem e se preocupam em fazer, pois estamos a falar de algo que se encontra à margem da sociedade, mas esquecemos que somos todos nós que os colocamos ali e que um dia podem virar verdadeiros marginais.

Por este trabalho que realizam um bem-haja.

terça-feira, 29 de março de 2011

Não Tenhas Medo de Caminhar Devagar, Tem Sim Medo de Estar Parado

QUERO AGRADECER A TODA A EQUIPA DO CENTRO DE NOVAS OPORTUNIDADES, FUNCIONÁRIOS DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA E AOS MEUS COLEGAS DE"TURMA", A PACIÊNCIA E SIMPATIA QUE TIVERAM COMIGO, E DIZER QUE CONTRIBUIRAM PARA MAIS UMA DAS BOAS ETAPAS DA MINHA VIDA.

PARA AS PESSOAS QUE ESTÃO NO CNO E QUE FUTURAMENTE VÃO FREQUENTAR O PROCESSO, APROVEITEM ESTA OPORTUNIDADE E ACREDITEM QUE SÃO CAPAZES.

VI UM PROGRAMA SOBRE A CHINA E OUVI UM PROVÉRBIO QUE PARA MIM SE ENCAIXA NA PERFEIÇÃO NESTE MEU REGRESSO AO ENSINO E TAMBÉM NO MEU DIA A DIA:

"NÃO TENHAS MEDO DE CAMINHAR DEVAGAR, TEM SIM MEDO DE ESTAR PARADO"

A TODOS UM ABRAÇO

PAULO CALADO


Vale a pena acreditar que somos capazes, agradeço a oportunidade que me foi dada. Um enorme obrigado a equipa que nos acompanhou no decorrer deste processo.


HASSAMO

segunda-feira, 5 de julho de 2010

A nossa conversa e a nossa escrita - Nível B2/B3

Alentejo no meu coração

Num fim de tarde, depois de uma sessão de LC e CE, veio à conversa o grão, o Alentejo e a sua deliciosa comida. Claro que estavam presentes pessoas com bons conhecimentos na matéria, a conversa fez-me crescer água na boca e fui a pensar no dito grão. Então, lembrei-me de um doce alentejano especial, para quem não é nada guloso. Estou a falar das azevias de grão, que são deliciosas e, para quem nunca provou, estas contêm amêndoa e canela. Mas o que também adoro é a açorda com ovo, sem o bacalhau ou a pescada. A sopa, adoro a de tomate, também com ovo.
Se estiver de passagem, pare e prove o que de melhor temos nesta região.
Alentejo no meu coração.
José Domingos


Jantarinho de grãos
Depois da sessão com as professoras de L.C. e C.E, falou-se em alentejanos, a colega Fátima perguntou o que é que eu tinha contra os alentejanos e eu disse que não tinha nada e que até me sentia bem perto deles. Na sequência da conversa contei que o ano passado, no regresso de um fim-de-semana no Algarve, almocei num restaurante em Ourique e comi um prato típico da gastronomia alentejana, um jantarinho de grãos. Que espectáculo! Recomendo. No fim, a referida colega, que é natural dessa vila, disse que conhece o restaurante.
Álvaro Albuquerque



Conversa de colegas

Ontem, dia 1 de Junho de 2010, numa sessão de L C e C E, em conversa com os meus colegas e as minhas professoras, começámos a perguntar de onde éramos naturais. Quando eu disse que era natural da Freguesia de Panoias, concelho de Ourique, o meu colega Álvaro lembrou-se logo que num certo dia, tinha passado por essa terra do Baixo Alentejo e foi almoçar a um restaurante que se chama “O Lobo” onde tinha almoçado um famoso jantar de grão, que é um dos típicos pratos alentejanos, além da açorda, a sopa de tomate, o ensopado de borrego, entre outros.

Fátima Marques

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Concluído que está o meu processo RVCC (9º ano), não posso deixar de dar o meu testemunho.

Quando em conversa de amigos se falava do RVCC, todos me diziam com alguma ligeireza: é fácil, é rápido, vais e escreves meia dúzia de coisas e já está!..

Mas na verdade não é assim. Fácil não é.

É um processo moroso e reflexivo mas, em última análise, muito satisfatório do ponto de vista pessoal.

Sinto que com o profissionalismo dos técnicos que me acompanharam, supervisionaram e orientaram, se tornou um pouco mais fácil, mas ninguém faz o RVCC se não se dedicar, trabalhar, descobrir e desocultar, …, e é neste processo de auto-análise que reside a grande mais-valia.

Quem consegue fazer o RVCC, especialmente na Escola Secundária de Amora, sai verdadeiramente mais rico de conhecimentos, desde o convívio com aqueles que privam connosco durante este processo (colegas e técnicos), revive-se a juventude, reaprende-se a pensar na escrita, na Matemática, motiva a leitura, por fim, melhora, definitivamente, a qualidade de vida.

Resta-me deixar o meu bem-haja a todos os que me acompanharam nestes meses de formação e parabéns por todo o empenho e profissionalismo que dedicam a estes:
alunos Grandes e Grandes alunos.

Carlos Alberto Avidago da Cunha
Processo de Junho a Outubro de 2009

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Sobre livros

Ao longo do percurso de RVCC, a Amélia Diogo transmitiu o seu gosto pelos livros, o seu prazer pela leitura a par do seu entusiasmo pela vida.
Ao desafio de eleger, por escrito, um dos seus livros favoritos, aqui fica a sua resposta.
Continuação de boas leituras, da sua alegria e força de vontade, são os votos da equipa que teve o privilégio de acompanhar a sua história de vida e a de todos os seus colegas.

O gosto pela leitura:

Existem livros que preenchem o nosso imaginário. Os Pássaros de Seda, da escritora Rosa Lobato de Faria, é um livro de que gosto muito, por dois motivos: pela escrita e também porque nos fala de sítios de Portugal que bem conheço. Este romance retrata a vida de uma modesta bordadeira que consegue construir um império com a sua arte. Aconselho a leitura desta escritora dos nossos dias, pois toda a sua obra aborda temas actuais, que bem poderiam ser a nossa história de vida.