ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO DE AMORA

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Adulta certificada - Nível Secundário

Inicialmente, pensei que seria fácil, mas depois na prática não me pareceu tanto assim. Fiquei um pouco confusa dada a complexidade do referencial de competências-chave, pelo vocabulário utilizado (núcleo gerador, evidências, etc.), também devido à falta de disponibilidade. No entanto, graças à forma como me foram orientando, fui-me integrando com entusiasmo. Comecei por elaborar a minha história de vida em que tive alguma dificuldade em aprofundar alguns factos (passar da prática para o papel), mas tendo em conta a minha força de vontade e ajuda preciosa dos formadores, foi interessante colocar num só documento todas as minhas experiências profissionais, formativas e outras competências que fui desenvolvendo ao longo da vida.
Após esta etapa, não gostaria de ficar parada. Dependendo do que me surgir, gostaria de frequentar um curso de inglês ou outro, que venha enriquecer os meus conhecimentos, pô-los em prática no meu trabalho e no meu dia-a-dia.

Maria do Rosário Lourenço
Certificada a 20 de Junho de 2012

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Júri de nível secundário

Com uma apresentação diversificada e rica em competências marcadamente a nível profissional os sete candidatos obtiveram a certificação nas três áreas de competências-chave.

A equipa deseja a todos a continuação de investimento nas aprendizagens futuras.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Júri de nível B2 e B3



A equipa do CNO felicita-vos pelo vosso percurso e pelas apresentações na sessão de júri. Desejamos a todos as maiores felicidades.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Júri de nível secundário



Alguns dos candidatos referiram que, hoje em dia, na profissão não pedem só as competências técnicas, começam também a pedir escolaridade ao nível do 12º ano, e se se quer ter possibilidades no mercado de trabalho, tem de se ter cada vez mais qualificações para se poderem candidatar a certos postos de trabalho.

A equipa deseja a todos as maiores felicidades e continuação de boas aprendizagens.

Sessão de júri nível básico




Parabéns a estes adultos que concluiram o seu processo RVCC. Após a apresentação das suas competências nas áreas de Linguagem e Comunicação, Cidadania e Empregabilidade, Matemática para a Vida e TIC, estes adultos brindaram a equipa com a sua criatividade através do bolo evocativo do processo, feito por Adelaide Rocha e também da audição de um fado sentido, cantado por Carlos Monteiro.
A todos desejamos as maiores felicidades.
Alguns depoimentos:

"Ao princípio não pensei que aprendesse como aprendi, achei que fosse um processo só para mostramos o que sabíamos, mas foi melhor do que estava à espera, foi gratificante." Maria Zorro
"Todo este processo (RVCC) é muito importante e interessante, pois deu-me vontade de crescer e evoluir. Não consigo encontrar desvantagens. Só consigo ver e encontrar vantagens porque me vai certamente ajudar a ter uma vida melhor. Caso contrário eu nunca chegaria a aumentar o meu nível de escolaridade, nem nunca me interessaria em voltar a estudar." Carlos Monteiro

Excerto de portefólio

Este texto, excerto do Portefólio de Cristiana Lopes, é um bom exemplo de um relato de uma situação em contexto profissional que permitiu desocultar competências de gestão de recursos e de análise dos impactos das TIC nos contextos laborais:

"Éramos uma equipa de seis pessoas, incluindo a gerente e a sub-gerente de loja, estas praticamente faziam sempre o turno da manhã, assim tinham tempo para receberem e confirmarem a mercadoria, dar entrada das guias em stock, e fazer algumas tarefas que lhes competiam. Todos nós tínhamos tarefas predefinidas. Existia uma tabela, onde estavam indicadas as semanas a quem pertencia a tarefa.

Tarefas e Responsabilidades

1ªsemana

V
2ªsemana

V
3ªsemana

V
4ªsemana

V
Elaboração de horários

CAROL / SOFIA








CAROL / SOFIA


Limpeza de armazém

MANUEL / SOFIA


SOFIA / CAROL


CAROL / RODOLFO


CRISTIANA / PEDRO


Arrumação de armazém

CRISTIANA / PEDRO


MANUEL / SOFIA


SOFIA / CAROL


CAROL / RODOLFO


Reposição de stock

CAROL / RODOLFO


CRISTIANA / PEDRO


MANUEL / SOFIA


SOFIA / CAROL


Reparações e reclamações

SOFIA / CAROL


CAROL / RODOLFO


CRISTIANA / PEDRO


MANUEL / SOFIA


Vistoria de roubos

CAROL / RODOLFO


CRISTIANA / PEDRO


MANUEL / SOFIA


SOFIA / CAROL





Cada um de nós tinha de as cumprir até ao final de cada uma, entre elas havia a elaboração da escala horária, que competia sempre à gerente ou sub-gerente. Havia também a limpeza e a arrumação do armazém, a reposição e contagem de stock, e ainda a verificação dos roubos. Tínhamos de confirmar todos os artigos, ver se estavam correctamente alarmados, e se existiam alarmes caídos ou soltos. Caso houvesse, teríamos de recorrer no final do mês à contagem do stock, para isso utilizávamos um aparelho, cuja forma era idêntica a um telemóvel, quadrado com teclas de 1 a 0 e com o alfabeto de A a Z, na parte superior tinha uma antena e um infravermelho, antena que pode ser interna ou externa, depende da configuração do aparelho, servia para enviar a informação ao receptor que estava ligado ao computador, onde estava instalado o programa de inventário de stock.

O infravermelho servia para ler o código de barras, caso não lesse por algum motivo recorria-se às teclas para digitar a referência, podia ser numéria ou alfabetizada, daí existirem as teclas. Possuía também na parte da frente um ecrã pequenino, onde passava a informação se tinha sido correctamente bipada ou não.

Este aparelho é mais uma das evoluções da tecnologia, pois antigamente os inventários de loja eram feitos em papel e ao contrário de hoje, eram necessárias pelo menos duas a três pessoas. Separavam os artigos, dividiam por modelos e referências iguais, com a lista dos artigos que tinham em loja e com a indicação da quantidade que deveria existir, começavam a confirmar as referências uma a uma: 1º o número, 2º a cor, e 3º o tamanho. Contavam quantas é que existiam e confirmavam com a lista, caso houvesse algum erro, por estar a mais ou a menos, a informação era colocada por escrito em frente ao número que já lá estava anteriormente. A contagem era iniciada sempre pelo tamanho mais pequeno, assim evitavam confundir. Exigia que o estabelecimento estivesse encerrado, pois caso contrário dava erro, nada podia sair antes de ser contado, no fim a contagem era entregue ao gerente da loja, para este conferir e corrigir o stock.

Hoje em dia, bipando com o aparelho é tudo mais fácil e rápido, não existe uma regra, o estabelecimento pode estar aberto ao público, bipa-se tudo o que está em loja, independentemente de referências, tamanhos, e cores, e depois bipa-se tudo o que existe em armazém, e no fim descarrega-se para o computador. Este faz o acerto e a actualização sozinho, torna o trabalho muito mais fácil."