ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO DE AMORA
terça-feira, 21 de outubro de 2008
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Exames ao abrigo do Dec.- lei nº 357
Os adultos que se encontram ao abrigo do Decreto-lei nº357 e que optaram por fazer exames a nível de escola na época de Novembro, deverão dirigir-se à secretaria da escola afim de formalizarem a sua inscrição no (s) exame(s) a realizar.
Poderá consultar as matrizes dos exames:
Poderá consultar as matrizes dos exames:
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Setembro
A equipa do Centro (com alguns elementos novos) prossegue, desde o dia 1 de Setembro, o trabalho desenvolvido, procedendo à reorganização inerente ao desenvolvimento do trabalho a realizar em equipa.
Os adultos estão a ser contactados telefonicamente para:
- a fase de diagnóstico/triagem;
- a análise e encaminhamento dos adultos ao abrigo do Decreto-Lei 357;
- uma entrevista individual com um dos profissionais de RVCC, no caso dos adultos em processo, no sentido de se aferir o ponto da situação e dar seguimento ao processo RVCC já iniciado;
- a integração em os novos grupos a iniciar o processo RVCC de nível básico e de nível secundário, no caso dos adultos com diagnóstico já realizado.
A todos os elementos do CNO, aos adultos e à ESA, votos de bom trabalho.
sábado, 2 de agosto de 2008
Pausa
E é tempo de pausa na publicação de informações neste espaço (o centro está aberto e ao dispor de todos os interessados).
Deixando neste sítio os desafios às equipas dos CNOs, elencados pelo Dr. João Lima, desejamos um bom e merecido descanso aos que têm em Agosto o seu período de férias e a todos os outros, votos de continuação de bom trabalho.
Até Setembro.
Deixando neste sítio os desafios às equipas dos CNOs, elencados pelo Dr. João Lima, desejamos um bom e merecido descanso aos que têm em Agosto o seu período de férias e a todos os outros, votos de continuação de bom trabalho.
Até Setembro.
Coordenadores dos CNO - cinco desafios
A coordenação de equipas, por si, é um desafio com muita gestão da incerteza. A coordenação de uma equipa num projecto pioneiro ainda mais o é. Mas cabe aos coordenadores dos CNO nos próximos tempos, a meu ver, estes cinco desafios, entre muitos mais:
1. A programação de formação interna de ajustamento para as equipas (numa tipologia de acolhimento + team building).
2. A procura de parcerias estratégicas, não só a nível externo como a nível interno (por exemplo, com as equipas dos cursos EFA).
3. A construção de uma política de qualidade. Com avaliação interna e metodologias de controlo da qualidade do processo nas diferentes fases.
4. A procura de articulação entre as metas, objectivos e linhas de orientação e a criação/manutenção do "espírito" de trabalho do CNO.
5. A implementação de processos de comunicação e gestão do conhecimento. Articulando a produção com o reconhecimento público e social do processo, registando e implementando metodologias de gestão do conhecimento no contexto de actuação do CNO e no contexto de utilização por parte dos adultos e do público em geral.
Retirado do blog: O Processo RVCC/Centros Novas Oportunidades
Formadores do processo RVCC - cinco desafios
O mês de Setembro irá trazer algumas mudanças nas equipas, principalmente, ao nível dos formadores. Equipas que estavam sólidas surgem agora como equipas em construção. Por isso, o mês de Setembro irá trazer novos desafios a muitos formadores. Entre muitos desses desafios destacamos:
1. A necessidade de entenderem a formação complementar como uma formação centrada nas competências do adulto e não somente em conhecimentos a transferir.
2. A necessidade de articular com os adultos entre as competências adquiridas, competências a desenvolver e competências mobilizadas em contexto de formação.
3. A necessidade de organizar um conjunto de actividades exploratórias em substituição das actuais actividades de correcção ou formatação de capacidades.
4. A necessidade de objectivar questões geradoras de desocultação de competências.
5. A necessidade de criar linhas de comunicação e orientação entre o Adulto, o profissional RVCC, os outros formadores na equipa e os necessários registos em PRA (diversificando as fontes, passando para além do papel).
Retirado do blog: O Processo RVCC/Centros Novas Oportunidades
1. A necessidade de entenderem a formação complementar como uma formação centrada nas competências do adulto e não somente em conhecimentos a transferir.
2. A necessidade de articular com os adultos entre as competências adquiridas, competências a desenvolver e competências mobilizadas em contexto de formação.
3. A necessidade de organizar um conjunto de actividades exploratórias em substituição das actuais actividades de correcção ou formatação de capacidades.
4. A necessidade de objectivar questões geradoras de desocultação de competências.
5. A necessidade de criar linhas de comunicação e orientação entre o Adulto, o profissional RVCC, os outros formadores na equipa e os necessários registos em PRA (diversificando as fontes, passando para além do papel).
Retirado do blog: O Processo RVCC/Centros Novas Oportunidades
terça-feira, 22 de julho de 2008
Profissionais RVCC - cinco desafios
Os profissionais RVCC enfrentam novos desafios cada dia que passa. A implementação do processo RVCC Secundário é um destes desafios que, a nosso ver, tem sido superado com a dedicação e o trabalho preparatório das equipas. Mas outros emergem:
1. O desafio no caso dos adultos que continuam do processo RVCC Básico para o RVCC Secundário e que necessitam de efectiva formação possam ser orientados vocacionalmente para tal.
2. A consolidação das suas funções e articulação com o técnico de diagnóstico e encaminhamento enquadrando a visão de percurso de formação neste contexto.
3. A articulação da equipa com o Avaliador Externo na preparação das sessões de júri.
4. A articulação entre os objectivos do processo RVCC, do perfil do adulto e das necessidades de mercado ao nível da qualificação escolar e profissional, nomeadamente, com a integração de competências presentes no Catálogo Nacional de Qualificações.
5. A gestão da articulação das horas de formação complementar, UFCD's e outras formações no contexto do reconhecimento de competências em contexto para o processo RVCC, destacando também as competências adquirida com e no decurso do próprio processo RVCC.
1. O desafio no caso dos adultos que continuam do processo RVCC Básico para o RVCC Secundário e que necessitam de efectiva formação possam ser orientados vocacionalmente para tal.
2. A consolidação das suas funções e articulação com o técnico de diagnóstico e encaminhamento enquadrando a visão de percurso de formação neste contexto.
3. A articulação da equipa com o Avaliador Externo na preparação das sessões de júri.
4. A articulação entre os objectivos do processo RVCC, do perfil do adulto e das necessidades de mercado ao nível da qualificação escolar e profissional, nomeadamente, com a integração de competências presentes no Catálogo Nacional de Qualificações.
5. A gestão da articulação das horas de formação complementar, UFCD's e outras formações no contexto do reconhecimento de competências em contexto para o processo RVCC, destacando também as competências adquirida com e no decurso do próprio processo RVCC.
Retirado do blog: O Processo RVCC/Centros Novas Oportunidades
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